Quarta-feira, Julho 15, 2009

Pessoal
Esse site esta fora do ar, impossibilitado de postar, em breve solicionaremos os problemas criando um outro endereco
Peco as interessadas em cadastrar ao grupo que preencha essa ficha de cadastro e envie ao mail do grupo: apoiomae-owner@yahoogrupos.com.br

FICHA DE CADASTRO GRUPO APOIO MÂE

Este grupo, foi criado com o intuito de ajudar e apoiar as as mães que
sofreram abortos, ou tiveram a gravidez interrompida, por motivos diversos,
motivos estes que levaram a perda de um bebê.
A idéia central do grupo é partilhar experiências e assim ajudar
mutuamente as mães que passam ou passaram por esta experiência.
O grupo é restrito somente a mães que passaram por essa triste experiência e totalmente confidencial.
O grupo nao tem fins lucrativos, não é necessario pagar nada para associar-se

Para ingressar ao grupo mande um email com essa fichinha preenchida:

Nome Completo:
Idade :
Casada:
Fone para Contato:
Mail para Contato:
Cidade e Estado que Reside:
Soube do grupo de que maneira:
Teve alguma perda: Quantas:
Se tiver filhos: (nomes e idades)
Se estiver grávida: (Concepção em que mês)
Objetivo ao se filiar ao grupo Apoio Mãe:
Faca um breve relato de sua(s) perda(s):


Aguardamos seu contato!
Um abraço,
Moderadoras ApoioMãe

Favor enviar ficha de cadastro preenchida para:
apoiomae-owner@yahoogrupos.com.br
Estaremos autorizando sua assinatura no grupo o mais rápido possível.

Um abraco a todas
Neyla Cabral

:: Por | 10:10 AM |

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Quinta-feira, Fevereiro 07, 2008

Olá Visitantes,

Ainda estamos com alguns problemas com o nosso blog e também com o cadastro para novas mães, por isso a mãezinha que quiser ertrar em contato conosco ou ser integrante do grupo Apoiomãe pode escrever para o e-mail abaixo que é de uma de nossas moderadoras que posteriormente entrará em contato.

neylafsc@yahoo.com.br

Um abraço carinhoso,

Família APOIO MÃE.

:: Por | 10:43 PM |

::Recados:



Quinta-feira, Dezembro 06, 2007

Olá visitantes,

Estamos com problemas para postar em nosso blog temporariamente, em breve estaremos mudando de endereço para regularizar o problema e voltar a postar nesse cantinho de apoio a mães que perderam seus filhos.

Queremos esclarecer sobre o texto publicamos no último post, recebemos esse texto como de autoria desconhecida porém tomamos conhecimento que ele pertence a uma mãezinha que também passou pela enorme dor de perder uma filha, o nome dela é Celia - mãe da Vivica, pedimos desculpas pois não foi nossa intenção expor seus sentimentos.

Vale salientar que esse texto é perfeito e só poderia mesmo vir de uma mãe que perdeu um filho, pois retrata exatamente o que passa uma mãe sofrida, nossa intenção foi mostrar aos amigos e parentes de quem está passando por uma perda como nos apoiar sem nos machucar, mesmo que sem querer.

Beijos e contem conosco da família APOIO MÃE.

:: Por | 3:21 PM |

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Terça-feira, Outubro 03, 2006

Você

Você conhece uma mãe que perdeu um filho, então telefone pra ela,
conte-lhe sobre um filme que você assistiu; com certeza ela não vai se
interessar pelo que você está contando, mas vai se lembrar que alguém ligou pra ela.
Passe na casa dela, eu sei..... é desagradável visitar alguém que sofre,
mas diga que está com pressa, minta, ela nem vai perceber que você está
mentindo.

Abrace-a, um abraço apertado, gostoso, se ela molhar sua roupa, tudo
bem... é só lavar depois. Se você fizer um bolo, leve um pedaço pra ela; um
bolo nunca mais terá gosto de festa, mas pode ter gostinho de amizade.
Deixe que ela fale sobre seu filho; vivo ou morto é o filho dela...
ela tem saudade, ela tem lembranças; ela tem que viver.
Sobra tão pouco pra uma mãe que perdeu um filho, independente de
quantos ela tenha, que um simples sorriso pode iluminar seu dia.

Você sabe o que é solidão? Não! Então, lembre-se dela.
Não diga o que ela tem que fazer, ela não tem fazer mais nada... e
jamais diga: esqueça , já passou, ou: você tem seguir sua vida; apenas ouça
o que ela tem a dizer; faça-lhe companhia.

Se você conhece uma mãe que perdeu seu filho, abrace o seu. Não
tenha medo de dizer: te amo; eu sei, adolescente é chato, mas ele vai gostar de
ouvir.
Já é adulto! Não tem importância, diga-lhe: estou aqui.

:: Por Design By Neyla | 9:31 AM |

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Sexta-feira, Agosto 25, 2006

O LUTO DE UM FILHO
As perdas costumam ser nomeadas para que possam ser minimamente suportáveis.
Ao perder uma mulher, alguém passa a ser viúvo; aquele que perde os pais, órfãos; os que chegam a se separar, divorciados; mas as mães que perdem seus filhos não encontram sequer algo para nomeá-las. Lembro de uma amiga, Helena Faria, amiga a quem sou muito grata por todo apoio recebido nesse período de luto, que me contava sobre os pacientes dela , que após sofrerem algum tipo de mutilação,sofriam da tal da dor fantasma, que se trata de uma dor que acomete os pacientes que perderam um membro. Tal dor é um dos maiores desafios para os médicos, estes não encontram um anestésico capaz de aliviar o sofrimento dos pacientes. O membro perdido, seja uma perna, enfim, não está mais no corpo, porém, o "membro fantasma" lateja, coça, aquece, esfria, dói, enfim a dor é viva presente embora o membro esteja ausente, morto...Com o tempo os pacientes podem aprender a conviver com a ausência que lateja. Penso que a dor da perda de um filho é próxima dessa, vivido por esses pacientes sofridos, me dizia ela. Ora, estamos falando de um membro do corpo, que dirá de um filho saído de nossas entranhas que como diz o poeta Chico Buarque: "Oh,pedaço de mim, oh ,pedaço amputado de mim". É uma mutilação.


:: Por Design By Neyla | 10:10 AM |

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Domingo, Maio 14, 2006


Que Deus abencoe todas voces e dê forcas pra continuar seguindo e lutando pelos seus sonhos!!!
Beijos e contem conosco da familia APOIO MAE.

:: Por Design By Neyla | 5:40 PM |

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Quarta-feira, Abril 19, 2006


:: Por Design By Neyla | 6:53 PM |

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Quarta-feira, Abril 12, 2006

A DOR DE CADA UM!
Pr. Estevam Fernandes de Oliveira

Casa um traz consigo uma certa dose de mistério. É o jeito de cada um. São peculariedades que tornam cada sr humano um ser único, com reações próprias, com especificidades que vão do gosto ao desgosto, do sorrir ao chorar.

Na verdade ninguém é igual a outrem, inclusive na forma de sentir sua própria dor. Existe a dor de cada um.

Todos temos diferente graus de sensibilidade. Nem sempre os que estão perto de nós entendem as razões e a intensidade de nossa dor.

São sentimentos muito íntimos, são experiências muito pessoais. Os fatos da vida ganham ou perdem sentido quando afetam a nossa sensibilidade. Por isso mesmo, ainda que haja uma massificação do sofrimento, como ocorre nas tragédias coletivas, ainda assim existirá a dor de cada um.

A vezes numa mesma casa, sob um mesmo teto, um chora e outro ri, ou numa mesma cama, sob o mesmo lençol um dorme em paz e o outro agoniza em dor.

Dai conhecer alguém em profundidade, é acima de tudo, entender a voz do coração, que muitas vezes, é exteriorizada pela linguagem das lágrimas.

Os relacionamento mais significativos como maridos e esposas, pais e filhos, amigos e namorados deixam marcas profundas em nós inclusive de sofrimento.

Toda relação positiva exige um respeito par com a dor do outro. Esse respeito se dá quando não menosprezamos as lágrimas de alguém e tentamos entender as razões de seu sofrimento.

A dor de cada um é também a maneira como individualmente expressamos nossas frustrações, amarguras, desencantos, perplexidade, tristezas e lamentos.

É uma forma bem humana de rejeitarmos a dor, é uma maneira corajosa de revelarmos nossa interioridade.

Estranhamente também a dor é uma espécie de combustível para a vida. Uma força que nos obriga a olhar a olhar sempre para a frente, com os olhos da esperança. é o aprendizado, silencioso de quem valoriza suas ´próprias lágrimas.

As grandes perdas, o luto, as enfermidades, o término de relacionamentos, as ingratidões, as tragédias, enfim as experiências dolorosas da vida acabam injetando em nós a vontade de viver, o desejo de superação. É a dor como semente de vida.

Na experiência da dor Deus se revela como amigo fiel, trazendo consolo, proteção e fortaleza. Ele é o socorro bem presente na angústia.

Por ser o Pai de todos, Ele está sempre presente na DOR DE CADA UM!



:: Por Design By Neyla | 9:40 AM |

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Quinta-feira, Abril 06, 2006

Filho preferido

Certa vez perguntaram a uma mãe qual era seu filho preferido, aquele
que ela mais amava. E ela, deixando entrever um sorriso, respondeu:

"Nada é mais volúvel que um coração de mãe. E, como mãe, lhe
respondo: o filho predileto, aquele a quem me dedico de corpo e
alma, é o meu filho doente, até que sare.

O que partiu, até que volte.
O que está cansado, até que descanse.
O que está com fome, até que se alimente.
O que está com sede, até que beba.
O que está estudando, até que aprenda.
O que está nu, até que se vista.
O que não trabalha, até que se empregue.
O que namora, até que se case.
O que se casa, até que conviva.
O que é pai, até que os crie.
O que prometeu, até que se cumpra.
O que deve, até que pague.
O que chora, até que cale.

E já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou: O que
já me deixou, até que o reencontre.

(autor desconhecido)

:: Por Design By Neyla | 10:22 PM |

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Sexta-feira, Março 10, 2006

Acomodação com a dor

Cuidado com a acomodação com a dor!
É comum durante um período onde sofremos com algum problema que vai crescendo e parece sem solução, nos fragilizarmos, e assim, ficamos "DESORIENTADOS", quase que sem rumo, vamos sendo empurrados pela maré e a tendência natural nessa situação, é acumular mais problemas.

Todos nós vamos viver em algum momento da nossa vida, dificuldades e problemas que ás vezes nos pegam de surpresa, e essa "batalha" que vamos viver, vai trazer um amadurecimento para a nossa jornada, de tal maneira que, seremos outra pessoa após vencermos uma fase difícil, seja da doença, das emoções, das finanças ou qualquer barreira que se coloque entre nós e os nossos sonhos. Mas, aceitar os problemas como "karma", "necessidade espiritual" ou "destino", é acomodação que traz mais e mais problemas, como uma enxurrada que vai passando pelas ruas e levando sujeira e lixo ladeira abaixo.

Por isso, em todas as dificuldades, é preciso manter um fio de racionalidade em tudo, por mais difícil que possa parecer. É preciso enxergar lá adiante o final do problema e a respectiva lição que a "Vida" está nos ensinando. Sim, existe muito ensinamento na dor, ela traz em si, recados importantes para cada um de nós, assim:
- aquele que está cheio de dívidas, recebe o recado da necessidade de aprender a gastar, fugir das futilidades, buscar novos recursos.
- aquele que está terminando mais um relacionamento de forma dolorosa, recebe um aviso de que precisa "mudar-se", aumentar o amor próprio para ser mais respeitado.
- muitas doenças, são avisos de nosso destemperamento e falta de cuidado, como a pressão alta por causa da obesidade, a gastrite pelo excesso de estresse, e assim por diante.

Reconhecer em cada situação difícil a lição que a vida quer nos ensinar e enxergar lá na frente a solução, nos torna mais fortes, mais preparados para mudar o que tem que ser mudado. Não se iluda buscando culpados para os seus problemas, pare de chorar, pois as lágrimas impedem de ver a solução, na maioria das vezes, somos nós mesmos que permitimos o avanço da dor, e basta apenas uma visita ao espelho do seu quarto para descobrir onde realmente está o problema.

A vida trouxe a lição, aproveite e aprenda.
Vencer a dor é fortalecer o espírito para sempre.

Eu acredito em você.

AUTOR: Paulo Roberto Gaefke


:: Por Design By Neyla | 9:51 AM |

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Quarta-feira, Março 08, 2006



SER MULHER É...

É viver mil vezes em apenas uma vida,
é lutar por causas perdidas e sempre sair vencedora,
é estar antes do ontem e depois do amanhã,
é desconhecer a palavra recompensa apesar dos seus atos.

Ser mulher é caminhar na dúvida cheia de certezas,
é correr atrás das nuvens num dia de sol
e alcançar o sol num dia de chuva.

Ser mulher é chorar de alegria e muitas vezes sorrir com tristeza,
é cancelar sonhos em prol de terceiros,
é acreditar quando ninguém mais acredita,
é esperar quando ninguém mais espera.

Ser mulher é identificar um sorriso triste e uma lágrima falsa,
é ser enganada e sempre dar mais uma chance,
é cair no fundo do poço e emergir sem ajuda.

Ser mulher é estar em mil lugares de uma só vez,
é fazer mil papéis ao mesmo tempo,
é ser forte e fingir que é frágil pra ter um carinho.

Ser mulher é se perder em palavras
e depois perceber que se encontrou nelas,
é distribuir emoções que nem sempre são captadas.

Ser mulher é comprar, emprestar, alugar,
vender sentimentos, mas jamais dever,
é construir castelos na areia, vê-los desmoronados
pelas águas e ainda assim amá-las.

Ser mulher é saber dar o perdão,
é tentar recuperar o irrecuperável,
é entender o que ninguém mais conseguiu desvendar.

Ser mulher é estender a mão a quem ainda não pediu,
é doar o que ainda não foi solicitado.

Ser mulher é não ter vergonha de chorar por amor,
é saber a hora certa do fim,
é esperar sempre por um recomeço.

Ser mulher é ter a arrogância de viver apesar dos dissabores,
das desilusões, das traições e das decepções.

Ser mulher é ser mãe dos seus filhos,
e dos filhos de outros e amá-los igualmente.

Ser mulher é ter confiança no amanhã e aceitação pelo ontem,
é desbravar caminhos difíceis em instantes inoportunos
e fincar a bandeira da conquista.

Ser mulher é entender as fases da lua por ter suas próprias fases.
É ser "nova" quando o coração está à espera do amor,
ser "crescente" quando o coração está se enchendo de amor,
ser "cheia" quando ele já está transbordando de tanto amor
e "minguante" quando esse amor vai embora.

Ser mulher é hospedar dentro de si o sentimento do perdão,
é voltar no tempo todos os dias e viver por poucos instantes
coisas que nunca ficaram esquecidas.

Ser mulher é cicatrizar feridas de outros
e inúmeras vezes deixar as suas próprias feridas sangrando.

:: Por Design By Neyla | 9:21 AM |

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Segunda-feira, Março 06, 2006

Se você pensa que ela se foi ...

A você que chora pela saudade
que ela deixou no coração...
A você que se pergunta, entre lágrimas:
Por que se foi?
Saiba que
Ela não foi...
Continua entre nós, de um jeito diferente.
Está viva, de um jeito diferente,
com certeza, do jeito PERFEITO,
do jeito de Deus viver em nós.

Não pergunte por que já foi, tão jovem...
Pergunte-se: por que veio?
Por que Deus nos teria dado esta pessoa?
O que ela veio fazer entre nós?

Ela veio porque tinha uma missão,
a missão de amar e ensinar a amar.
Foi um raio de luz, uma mensagem de Deus.
Veio e foi...
Mas sua passagem tão breve
deixou tanto BEM, tanto AMOR
que hoje só podemos agradecer a Deus
por nos ter dado este presente...
a vida dela vivida conosco.

Deus, nosso Pai,
hoje sofremos a dor da saudade,
a dor de não poder mais abraçar este anjo de luz.
Mas, mesmo entre lágrimas,
nós te agradecemos.
Obrigado por nos ter permitido viver
com esta pessoa tão especial.
Obrigado pelo tempo que passou conosco.

Dá-nos hoje a generosidade de devolvê-la a Ti.
Toma-a, Senhor, agora ela é tua, inteiramente tua,
embora, continue nossa também.
Que ela seja um anjo entre nós e Ti;
a mensageira a levar nossa oração
ao teu coração de Pai. Amém.

Ir. Marilda Conti, Curitiba, PR
Mensagem aos familiares de uma menina falecida aos 10 anos de idade.
Triunfo do Coração de Jesus - n.º 25

Pastoral da Esperança

:: Por Design By Neyla | 9:43 PM |

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Sexta-feira, Março 03, 2006



Quando penso no Céu, procuro vislumbrar o encanto de tantas pessoas, que nem se conheceram aqui na Terra e têm a oportunidade de se encontrarem na eternidade.

Enxugar Lágrimas
Ir. Zuleides Andrade, ascj


Por mais que se diga que a morte faz parte do ciclo da vida, sempre temos a impressão de que ela chega cedo demais, surpreendendo nossos sentimentos e atitudes, nossa vida toda.

Por mais que se diga que a morte não mata o amor, quando a separação física acontece e sem a possibilidade de retorno, nossa sensibilidade estremece e precisamos da ajuda dos amigos.

Por mais que se diga que a alma é imortal e a vida continua, quando temos que devolver ao Céu uma pessoa querida, nossos sentimentos tão humanos afloram confusos em variadas gamas.

Sei que você acredita, sim, na vida eterna, acredita que Deus é Pai e nós somos filhos amados... mas você precisa de um tempo para se adaptar a esta nova fase da vida, sem aquela pessoa querida que lhe deixou bens genéticos, espirituais, culturais e materiais.

Que Deus acolha seus sentimentos e suas preces feitas de silêncio e lágrimas! Que Deus ilumine você e a cada um de sua família nas decisões que devem tomar e que as bênçãos do Céu sejam ainda mais abundantes!

Que a saudade, a tristeza, raiva, o medo e a insegurança sejam apenas o paciente prenúncio de um revigorar na fé, na compreensão da vida, na esperança e no amor!

Que possa chorar o tempo, enquanto descobre as razões para enxugar suas lágrimas! Cristalinas e silentes, elas são preces que sobem ao Céu, orvalhando os caminhos percorridos, lavando lembranças, purificando a alma.

Ensine sua SAUDADE a abraçar a ESPERANÇA de um encontro feliz e esteja atenta para receber os PRESENTES que vêm do CÉU!

Que você tenha sonhos lindos e que a realidade acolha a sua dor e lhe devolva flores de SERENIDADE e PAZ


:: Por Design By Neyla | 12:47 AM |

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Terça-feira, Fevereiro 28, 2006

Quero ajudá-los a me ajudar



Quando mulheres vivenciam a perda de uma criança, uma das primeiras coisas que elas descobrem ter em comum é uma lista de coisas que elas desejariam que ninguém nunca tivesse dito a elas.

As listas tendem a ser parecidas.

O texto a seguir serve para ajudar na comunicação entre as mulheres que passaram por esta situação e seus amigos ou familiares sobre suas necessidades emocionais após vivenciarem esta perda.
Os comentários raramente são maliciosos - são apenas ingênuas tentativas de acalmar.
Esta lista foi feita para ajudar outras pessoas a entender e respeitar a dor da perda gestacional.


Quando estiver tentando ajudar uma mulher que perdeu um bebê, não ofereça sua opinião pessoal sobre sua vida, suas escolhas, seus projetos para seus filhos. Nenhuma mulher nesta situação está procurado por opiniões (de leigos) sobre porque isto aconteceu ou como ela deveria se comportar.

Não diga: É a vontade de Deus. Mesmo se nós somos membros de uma mesma congregação, a menos que você seja um dirigente desta igreja e eu estiver procurando por sua orientação espiritual, por favor, não deduza o que Deus quer para mim. A vontade de Deus é que ninguém sofra.Ele apenas permite .Apesar de saber que muitas coisas terríveis que acontecem são permitidos por Deus, isto não faz estes acontecimentos menos terríveis.

Não diga: Foi melhor assim havia alguma coisa errada com seu bebê. O fato de haver alguma coisa errada com o bebê é que me faz tão triste. Meu pobre bebê não teve chance. Por favor, não tente me confortar destacando isto.

Não diga: Você pode ter outro. Este bebê nunca foi descartável. Se tivesse a escolha entre perder esta criança ou furar meu olho com um garfo, eu teria dito: Onde está o garfo? Eu morreria por esta
criança, assim como você morreria por seu filho.Uma mãe pode ter dez filhos, mas sempre sentirá falta daquele que se foi,


Não diga: Agradeça a Deus pelo(s) filho(s) que você tem. Se a sua mãe morresse num terrível acidente e você estivesse triste, sua tristeza seria menor porque você tem seu pai?

Não diga: Agradeça a Deus porque você perdeu seu filho antes de amá-lo realmente. Eu amava meu filho ou minha filha. Ainda que eu tenha perdido meu bêbê tão cedo ou quando nasceu, eu o amava.

Não diga: Já não é hora de deixar isto para trás e seguir em frente? Esta situação não é algo que me agrada. Eu queria que nunca tivesse acontecido. Mas aconteceu e faz parte de mim para sempre.A tristeza tem seu tempo que não é o meu ou o seu.

Não diga: Eu entendo como você se sente. A menos que você tenha perdido um bebê, você realmente não sabe como eu me sinto. E mesmo que você tivesse perdido, cada um vivencia esta tristeza de modo diferente.


Não me conte estórias terríveis sobre sua vizinha, prima ou mãe que teve um caso parecido ou pior. A última coisa que preciso ouvir agora é que isto pode acontecer seis vezes pior ou coisas assim. Estas estórias me assustam e geram noites de insônia assim também como tiram minhas esperanças. Mesmo as que tenham tido final feliz, não compartilhe comigo.


Não finja que nada aconteceu e não mude de assunto quando eu falar sobre o ocorrido. Se eu disser antes do bebê morrer... Ou quando eu estava grávida...não se assuste. Se eu estiver falando sobre o assunto, isto significa que quero falar. Deixe-me falar. Fingir que nada aconteceu só vai me fazer sentir incrivelmente sozinha.


Não diga Não é sua culpa. Talvez não tenha sido minha culpa, mas era minha responsabilidade e eu sinto que falhei. O fato de não ter tido êxito, só me faz sentir pior. Aquele pequenino ser dependia unicamente de mim para trazê-lo ao mundo e eu não consegui. Eu deveria trazê-lo para uma longa vida e não pude dar-lhe ao menos sua infância. Eu estou tão brava com meu corpo que você não pode imaginar.

Não me diga: Bem, você não estava tão certa se queria ter este bebê... Eu já me sinto muito culpada sobre ter reclamado sobre mal estar matinais ou que eu não me sentia preparada para esta gravidez ou coisas assim. Eu já temo que este bebê morreu porque eu não tomei as vitaminas, comi ou tomei algo que não devia nas primeiras semanas quando eu não sabia que estava grávida. Eu me odeio por cada minuto que eu tenha limitado a vida deste bebê. Se sentir insegura sobre uma gravidez não é a mesma coisa que querer que meu bebê morra, eu nunca teria feito esta escolha.

Diga: Eu sinto muito. É o suficiente. Você não precisa ser eloqüente. As palavras dizem por si.


Diga: Ofereço-lhe meu ombro e meus ouvidos.


Diga: Vocês vão ser pais maravilhosos um dia ou vocês são os pais mais maravilhosos e este bebê teve sorte em ter vocês. Nós dois precisamos disso.


Diga: Eu fiz uma oração por vocês. Mande flores ou uma pequena mensagem. Cada uma que recebi, me fez sentir que meu bebê era amado. Não envie novamente se eu não responder.

Não ligue mais de uma vez e não fique brava (o) se a secretária eletrônica estiver ligada e eu não retornar sua chamada. Se nós somos amigos íntimos e eu não estiver respondendo suas ligações, por favor, não tente novamente. Ajude-me desta maneira por enquanto.


Não espere tão cedo que eu apareça em festas infantis e ou chás para bebes ou vibre de alegria no dia das mães.Na hora certa estarei lá.

Se você é meu chefe ou companheiro de trabalho:

Reconheça que eu sofri uma morte em minha família não é simplesmente uma licença médica. Reconheça que além dos efeitos colaterais físicos, eu vou estar triste e angustiada por algum tempo. Por favor, me trate como você trataria uma pessoa que vivenciou a morte trágica de alguém que amava. Eu preciso de tempo e espaço.

Por favor, não traga seu bebê ou filho pequeno para eu ver. Nem fotos.Se sua sobrinha está grávida, ou sua irmã teve um bebê há pouco, por favor, não divida comigo agora. Não é que eu não possa ficar feliz por ninguém mais, é só que cada vez que vejo um bebê sorrindo ou uma mãe envolta nesta felicidade, me traz tanta saudade ao coração que eu mal posso agüentar. Eu talvez diga olá, mas talvez eu não consiga reprimir as lágrimas. Talvez ainda se passarão semanas ou meses antes que eu fique pelo menos uma hora sem pensar nisso. Você saberá quando eu estiver pronta.Eu serei aquela que perguntará pelos bebes, ou como está aquele garotinho lindo?


Acima de tudo, por favor, lembre-se que isto é a pior coisa que já me aconteceu.

A palavra morte é pequena e fácil de dizer. Mas a morte do meu bebê é única e terrível. Vai levar um bom tempo até que eu descubra como conviver com isto.

Ajude-me.


(Carta escrita por uma enfermeira americana que perdeu seu bebe ainda em seu ventre.Esta mensagem expressa exatamente o que todas nós que passamos pelo mesmo drama terrível precisamos e achamos melhor enquanto a cura não vem.)

:: Por Design By Neyla | 12:31 PM |

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Sábado, Fevereiro 18, 2006

Como ajudar a criança a lidar com a morte

Contando para a criança

Quando uma morte ocorre, alguém com quem a criança tenha uma história de confiança e envolvimento deve contar para ela. Isso a assegura de que ela não está sozinha e de que há outras pessoas para lhe prover proteção e cuidado. Esta informação deve ser dada imediatamente para a criança, em linguagem simples e direta. Você diz: ¿ O vovô, papai, mamãe, João morreu¿. Pode ser difícil de dizer, especialmente sem lágrimas. Não há problema que a criança experiencie seu luto juntamente com seu próprio luto. Você a está ensinando a lidar naturalmente com seus sentimentos quando você não esconde os seus. Quando você pode dizer ¿Estou muito triste porque o papai morreu¿, ¿Estou bravo porque mamãe não está mais aqui para cuidar de nós¿, você está ensinando um recurso para a criança que irá perdurar para sempre.
Após contar que um ente querido morreu, você precisa explicar o que acontecerá depois, o velório e o funeral.
A criança terá muitas dúvidas. O que ela irá querer saber dependerá de sua idade e experiência prévia com a morte. Geralmente crianças pré-escolares não entendem que a morte é final; podem perguntar ¿Quando vovó vai voltar?¿. Entre cinco e dez anos crianças começam a entender que a morte é irreversível, mas acreditam que somente pessoas velhas e vítimas de acidentes morrem. se uma pessoa relativamente jovem morre, irá entender o porquê. Após os 10 anos a criança começa a entender que a morte é parte da ordem natural das coisas e que as pessoas morrem em todas as idades, por diversas razões.
É importante responder as questões o mais simples e honestamente possível. Evite utilizar metáforas. Se você diz para uma criança pequena ¿O vovô está dormindo para sempre¿, por exemplo, ela pode ficar com medo de dormir.
Crianças comumente concluem que de alguma forma causaram a morte. Podem pensar ¿Eu fui mau, então minha mãe me abandonou¿, ou ¿Eu desejei que minha irmã morresse e isso aconteceu¿. Diga para a que ela não tem culpa pelo que aconteceu.


Reações da criança à perda

A criança pode negar inicialmente que a morte ocorreu. Pode tornar-se agressiva e culpar os demais pela morte, ou ter raiva da pessoa que morreu, por deixá-la. Pode sentir-se culpada por não ter sido ¿boa¿ para a pessoa que morreu e ficar deprimida. Ainda que a criança possa aparentemente não estar sofrendo, expressa sua dor de modos mais sutis, como regredir e começar a chupar o dedo, molhar a cama e agir como bebê. pode ficar hostil com os colegas ou tratar seus brinquedos com violência. Pode desejar ou temer morrer.

Ajudando a criança a lidar com a perda

Como os adultos a criança precisa enlutar-se para aceitar que a perda ocorreu e continuar com sua vida. Seu filho irá tomar o seu exemplo, por isso não tenha medo de expressar seu próprio luto . Chore e deixe que seu filho chore com você. Não diga a seu filho que ¿seja forte, não chore¿. Esta é uma situação triste, e a criança precisa expressar sua tristeza.
Converse com seu filho e o encoraje a falar também. Mostre que é permitido falar sobre a pessoa que morreu. mesmo se a criança seja muito pequena para falar sobre a morte, você pode compartilhar seus sentimentos. O carinho irá confortar a criança que sente a angústia na família, mesmo que ela não entenda o que aconteceu. Crianças cercadas pela tristeza precisa ser reassegurada de que é amada.
É uma boa idéia levar a criança ao funeral, mas não a force a ir. Crianças como os adultos precisam dividir sua dor. O funeral permite que as pessoas se juntem e expressem seus sentimentos. A criança deve receber uma explicação detalhada do funeral antes de decidir se quer ir.
Lembre que a relação da criança com o falecido não acabou, somente mudou. Após o funeral mantenha fotos e outras lembranças do falecido para conversar sobre elas com a criança. Isto irá ajudar a formar um novo tipo de vínculo da criança com a pessoa que morreu.

Luciana Mazorra Santos

:: Por Design By Neyla | 7:54 PM |

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Quinta-feira, Fevereiro 16, 2006

FLORES DE SAUDADE


Se pretendemos cultuar a memória de familiares queridos, transferidos para o Além, elejamos o local ideal: nossa casa.
Usemos muitas flores para enfeitar a Vida, no aconchego do lar: nunca para exaltar a morte, na frieza do cemitério.
Eles preferirão, invariavelmente, receber nossa mensagem de carinho, pelo correio da saudade, sem selagem fúnebre.
É bom sentir saudade. Significa que há amor em nossos corações, o sentimento supremo que empresta significado e objetivo à existência.
Quando amamos de verdade, com aquele afeto puro e despojado, que tem nas mães o exemplo maior, sentimo-nos fortes e resolutos, dispostos a enfrentar o Mundo.
E talvez Deus tenha inventado a ilusão da morte para que superemos a tendência milenar de aprisionar o amor em círculos fechados de egoísmo familiar, ensinando-nos a cultivá-lo em plenitude, no esforço da fraternidade, do trabalho em favor do semelhante, que nos conduz às realizações mais nobres.
Não permitamos, assim, que a saudade se converta em motivo de angústia e opressão. Usemos os filtros da confiança e da fé, dulcificando-a com a compreensão de que as ligações afetivas não se encerram na sepultura. O Amor, essência da Vida, estende-se, indestrutível, às moradas do Infinito, ponte sublime que sustenta, indelével, a comunhão entre a Terra e o Céu...
Há, pois, dois motivos para não cultivarmos tristeza:
Sentimos saudade - não estamos mortos...
Nossos amados não mortos - sentem saudades...
E se formos capazes de orar, contritos e serenos, nesses momentos de evocação, orvalhando as flores da saudade com a bênção da esperança, sentiremos a presença deles entre nós, envolvendo suavemente nossos corações com cariciosos perfumes de alegria e paz.

(Do Livro ¿Quem tem medo da morte¿, de Richard Simonetti)



:: Por Design By Neyla | 10:42 AM |

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A DOR DE UMA PERDA

Não existe dor maior que a da perda de um ser querido, um ser amado, um ser que se amoldou conosco em uma vida e que nos é retirado e levado. Levado para onde, como, até quando ? Todos perguntam isso, todos anseiam por resposta mediante suas lágrimas. Não há consolo, não há palavras, não há resignação quando nos toca a dura realidade.
Mas será isso um injustiça Divina ? Será isso uma forma de castigo, de punição, ou será justamente o contrário, uma forma de crescermos, de ampliarmos nossa visão, de sentirmos mais apuradamente cada sentimento, de nos tocarmos mais e observarmos mais atentamente a vida em que estamos ? Sim, o sofrimento, a perda de um ente amado, estendido em uma urna fria e dura, não nos consola, não nos dá momentaneamente a compreensão que deveríamos ter.
Não, apelamos a Deus para nos juntar ao ser querido, queremos que o tempo volte atrás, que coisas que ficaram por dizer possam ser pronunciadas, que carinhos escondidos possam ser vertidos em afagos múltiplos, que desculpas possam ser pedidas e que razões inúmeras nos tragam o ser de volta. Tudo isso pensamos e queremos, mas nos esquecemos de que a vida que ora se afasta de nós é a falsa, a encoberta por véus, e que na verdadeira vida nos encontraremos outra vez, e que então poderemos dizer todas as palavras esquecidas, dar todos os beijos não dados e ofertar todo o carinho contido.
A dor fica, a separação é cruel, mas, quando a compreensão é maior, a aceitação se acelera e encobre em parte todos esses momentos, todas essas tristezas, e irão assomar na lembrança os bons momentos, os inesquecíveis e atenuantes duelos de amor, de carinho e de recíproca compreensão.
Deus não nos deixaria de dar o céu e nos lançaria no inferno, pois a Sua magnitude é ampla, e irrestrita é a Sua bondade.
O céu existe, o inferno nós mesmos o tecemos, criamos, mas por meio de amor e do entendimento espiritual alcançaremos o nosso universo -- basta que o projetemos dentro de nós mesmos.

:: Por Design By Neyla | 10:28 AM |

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Quarta-feira, Fevereiro 08, 2006

Você não é aquilo que parece nos momentos de tristeza.
Você é muito mais que isso. Escute seu coração.
Lembre-se das suas pequenas lutas travadas.
Você sobreviveu!
Só isso já é motivo de orgulho.
Enquanto muitos partiram por razões que nunca compreenderemos, você continua aqui.
Por que Deus levou pessoas tão incríveis, e deixou você?
Simplesmente porque sua vida ainda tem um sentido.
Mesmo que não seja claro para você.
Neste momento, milhões de pessoas já desistiram.
Elas não mais se aborrecem, nem choram, apenas esperam o tempo passar.
Você, porém, se está triste, comece ajudando alguém e verá que vai se sentir muito aliviada, vamos... dê o primeiro passo...ajude em orfanatos, levando carinho e amor àqueles que não possuem...eu me senti melhor... foi gratificante!
Quando temos que passar por problemas difíceis, e grandes sofrimentos é porque somos especiais e fomos escolhidos pois , temos uma missão a cumprir e Deus em sua sabedoria tem certeza que vamos conseguir...enxugue as lágrimas e mãos a obra,vamos descobrir o que temos que fazer...nossos filhos não estão mortos, estão vivos em outra dimenção esperando que cumpramos a nossa parte , vamos deixá-los felizes e seguir em frente, com o nosso coração mais leve, na certeza do dever cumprido.
Nós somos pessoas especiais!!!
Deus te abençõe!

:: Por Design By Neyla | 12:13 AM |

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Quinta-feira, Fevereiro 02, 2006

A depressão


Quando se olha o mundo de fora é muito fácil dizer o que se deve fazer, como e até quando. Achamos soluções para todo mundo, desde que não estejamos envolvidos. É fácil falar da dor que não sentimos, do amor que não perdemos, dos problemas que não temos e da vida que não vivemos. Somos assim muito sábios quando o espinho não está em nós!...

Os altos e baixos são comuns a todo mundo. Ninguém vive em linha reta. E há pessoas que suportam mais facilmente as subidas e descidas da vida que outras, como umas pegam certas doenças e outras não. Há coisas que não se controla, pois se tivéssemos escolha, optaríamos sempre por uma vida sã.

A depressão é uma doença como uma outra, não um capricho de quem deseja mais do que a vida pode oferecer. Só quem passou ou passa por isso sabe entender o que é. E como toda doença, deve ser reconhecida, entendida e tratada como tal. Infelizmente todo mundo não está preparado para ajudar em casos assim e tentam resolver os problemas mostrando que há pessoas mais infelizes. Contudo, não é possível minimizar a dor de ninguém, fazendo-o comparar sua infelicidade com as misérias do mundo. Ninguém pode se sentir melhor porque do lado de fora há mais sofrimento. Se fosse assim, seria fácil ir dormir feliz a cada dia, bastando assistir ou ler jornais.

É claro que muitas vezes vemos uma coisa triste e pensamos no quanto somos abençoados por não vivermos aquilo. Isso é normal para todo mundo, nos faz refletir sobre a realidade da vida. Mas se passamos nossa vida com comparações não vamos a lugar nenhum, pois sempre haverá parâmetros diferentes e acabaremos nos sentindo perdidos.

Precisamos respeitar a dor e sentimento do outro, como respeitamos os limites do seu jardim. Cada vida é única, é própria. Podemos ajudar uma pessoa depressiva mostrando-lhe o lado belo da vida, dando-lhe razões para olhar além do horizonte, criar objetivos e acreditar neles. Podemos tirá-la do isolamento em que se encontra dando-lhe palavras de reconforto e amizade, fazendo-a sentir-se amada e útil. Dizer a um depressivo que seus problemas são mínimos porque há coisas piores na vida não o fará sentir-se melhor.

Quando Jesus se referiu à pessoas com problemas e ansiedades, mandou que olhassem os lírios dos campos e as aves no céu e se repousassem, apontou para coisas bonitas e alegres, nunca disse para olharem os necessitados. E Ele teve, também, Seu momento de dor, tristeza e lágrima, como todo ser humano.

As soluções para os problemas começam com o reconhecimento deles. Ter amigos que possam compreender já é um passo na direção da cura. A compreensão da dor do outro leva-lhe segurança. E, segura, uma pessoa poderá se levantar e recomeçar seu caminho, com toda ajuda que ela deve ter.

Depressão? Uma doença sim. E médicos são úteis. Amigos são preciosos. Orações são imprescindíveis.


Letícia Thompson

:: Por Design By Neyla | 2:56 PM |

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Sonhar positivamente

Pudera eu ter a capacidade de levar aos que sofrem, uma palavra certa
que atinja sempre o ponto exato de cada problemática.
Tantas dores, tantas dúvidas, tantas incompreensões...
Pudera eu ter a luz para todos os problemas. Tantas tristezas, tantas
angústias.

Oh, meu Deus! As dificuldades e os sofrimentos são tantos.
Pudera eu visualizar um mundo sem guerras, sem ódios, um mundo em que
todos se amassem, se respeitassem e dignificassem o Criador com ações
enquadradas no mais puro sentimento de alegria, felicidade e amor.

Já que eu não tenho a capacidade, acho que só existe um caminho:
Amem-se sem distinção de raças, crenças e sem tudo aquilo que o homem
inventou para viver em conflitos e desunião.

Façam sempre o bem sem olhar a quem.

Já imaginaram se todos procurassem ser bons?
Tenho certeza que seria maravilhoso e não teríamos tanta tristeza que
assola este mundo.

Acho que vale a pena sonhar pelo lado positivo dos fatos, vocês não
acham?

Autoria Desconhecida

:: Por Design By Neyla | 1:20 AM |

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Quarta-feira, Janeiro 25, 2006

Foram-se os amores que tive
ou me tiveram:
partiram
num cortejo silencioso e iluminado.
O tempo me ensinou
a não acreditar demais na morte
nem desistir da vida:
Cultivo alegrias num jardim
onde estamos eu, os sonhos idos,
Os velhos amores e seus segredos.
E a esperança - que rebrilha
Como pedrinhas de cor entre as raízes.

(Secreta mirada, 1997)


Luto e renascimento
A equipe de psicólogos e psicanalistas que trabalha em um grande hospital me pede uma palestra sobre perdas. A perda de uma pessoa amada ou a perda da própria saúde, e a proximidade imediata da morte. Que lhes podia dizer, a eles, competentes profissionais que enfrentavam diariamente os rios de dor, medo, esperança e morte que afluem a um grande hospital? Nisso todos eles, mesmo os jovens, tinham muito mais experiência do que eu. Então procurei ser simples. Falar das naturais dificuldades em lidar com qualquer perda. Primeiro, não queremos perder. É lógico não querer perder. Não deveríamos ter de perder nada: nem saúde, nem afetos, nem pessoas amadas. Mas a realidade é outra: experimentamos uma constante alternância de ganhos e perdas. Segundo, perder dói mesmo. Não há como não sofrer. É tolice dizer "não sofra, não chore". A dor é importante, também é o luto - desde que isso não nos paralise demasiado por demasiado tempo para o que ainda existe em torno de nós. Terceiro, precisamos de recursos internos para enfrentar tragédia e dor. O apoio dos outros, o abraço, o ouvido e o colo, até a comida na boca são relativos e passageiros. A força decisiva terá de vir de nós: de onde foi depositada nossa bagagem. Lidar com a perda vai depender do que encontraremos ali. Se crescem árvores sólidas ou apenas alguma plantinha rasteira, teremos muito ou pouco com o que nos nutrir e em que nos apoiar. A tragédia faz emergir forças insuspeitadas em algumas pessoas. Por mais devorador que seja, o mesmo sofrimento que derruba faz voltar a crescer. Para outros, tudo é destruição. No seu vazio interior sopra o vento da revolta e amargura. A perda os atinge como uma injustiça pessoal e uma traição da vida. Sob o golpe da notícia de uma doença grave, ao saber que se pode morrer em breve ou perder a pessoa amada, a gente bate a cabeça contra uma parede alta e fria. Não falo do que é ainda mais sério: não ver mais sentido em nada. Porque até o dia da perda vivemos sem pensar. Corremos desnorteados no tempo em tínhamos, sem refletir e quem sabe sem valorizar isso que agora perdemos: uma pessoa, a saúde, amor, posição, tudo. Se vivemos superficialmente , na hora de meter as mãos em nosso interior encontramos desolação. Não acho que todos devêssemos ser filósofos, eremitas ou fanáticos de nenhuma religião. Não acredito em poses e posturas. Não acredito nem mesmo em muita teorização sobre a vida, a morte, a dor. Mas acredito em afetos e tenho consciência de que somos parte de um misterioso ciclo vital que nos confere significação. E que dentro dele, sendo insignificantes, temos importância. Nesse debate sobre perdas observei como lidamos mal com a dor uns dos outros. Entre nós de momento estar alegrinho e parecer feliz é quase um dever, uma questão de higiene, como tomar banho e estar perfumado. Mas às vezes a gente tem de se permitir sofrer - ou permitir que o outro sofra. Todos nós, amigos, família, terapeutas, médicos, sentimos duramente nossa própria limitação quando alguém sofre e não podemos ajudar. Em certos momentos é melhor não tentar interferir, apenas oferecer nossa presença e atender se formos chamados. Que o outro saiba que estamos ali. Mas não (se) permitir o prazo normal de dor é irreal. Quando é hora de sofrer não teremos de pedir licença para sentir - e esgotar - a dor. Sofrimento, pobreza, doença, abandono, morte - são ameaças, corpos estranhos numa sociedade cujos lemas parecem ser agitar, curtir, não parar, não pensar, não sofrer. A dor incomoda. A quietude perturba. O recolhimento intriga e incomoda os demais: "Ele deve estar doente, deve estar mal, vai ver é depressão, quem sabe um drinquezinho, uma nova amante, um novo namorado..." Para não se inquietarem, para não terem de "parar para pensar", ou porque apenas nos amam e nosso sofrimento os perturba, a toda hora nos dão um empurrãozinho: "Reaja, vamos, saia de casa, pára de chorar, bote um vestido bonito, vamos ao cinema, vamos jantar fora." Também para isso haverá uma hora certa. O luto é necessário - ou a dor ficará soterrada debaixo da futilidade, sua raiz enterrando-se ainda mais fundo, seu fogo queimando nossas últimas reservas de vitalidade, e fechando todas as saídas. Não vou me alegrar jantando fora quando perdi meu amor, perdi minha saúde, perdi meu amigo, perdi meu emprego, perdi minha ilusão... perdi algo que dói, seja o que for. Então, por um momento, uma semana, um mês ou mais, me deixem sofrer. Permitam-me o luto no período sensato. Me ajudem não interferindo demais. O telefonema, a flor, a visita, o abraço, sim, mas por favor, não me peçam alegria sempre e sem trégua. Se não formos demais doentes nem perversos, a dor por fim se consumirá em si mesma. Se soubermos escutar o chamado - que pode ser até mesmo um bilhete amigo. Alguma coisa positiva vai nos fazer dar o primeiro passo para fora da UTI emocional em que a perda nos colocou. Um dia espiamos para o corredor, passamos da UTI para um quarto, finalmente olhamos a rua e estamos de novo em movimento. Ainda estamos vivos, ainda em processo, até morrer. A perda do amor pelo fim do amor, por abandono ou traição, supera toda a nossa filosofia de vida, nossos valores, independe de nós. Nada conforta, nada consola. Como o outro está ainda ali, vivo, talvez com outra pessoa, nossa mágoa e sentimento de rejeição se misturam à inconformidade e às tentativas, eventualmente danosas, de recuperarmos quem não nos quer mais. Muitas vezes, mais do que sonhávamos, um novo amor nos aguarda. Quando ele não aparece e se esgota o tempo, embora sempre seja tempo de amar, aprendemos que há outras formas de amar. Não substituem, mas iluminam: amigos, família, alguma novidade, um interesse. Quem sabe perder nos faça amar melhor isso que só nos será tirada no último instante: a p´ropria vida. Perda de saúde se compensa com lenitivos ou melhoras que a medicina traz. Perda de dinheiro ou emprego podem ser remediados, ainda que exijam novos limites e condições. Perda da juventude tem a ver com o quanto somos vazios ou o quanto são estreitos nossos horizontes. Mas a perda do amor levado pela morte é a perda das perdas. Ela nos obriga a andar por cenários do nosso interior mais desconhecido: o das nossas crenças, nossa espiritualidade, nossa transcendência em suma. Aprender a perder a pessoa amada é afinal aprender a ganhar a si mesmo, e ganhar, de outra forma - realmente assumindo -, todo o bem que ela representava ( mas no cotidiano a gente nem se dava conta ). Uma amiga querida viveu uma experiência semelhante à de tantas mulheres dedicadas: acompanhar a longa doença de quem um dia foi belo e atraente e bom, foi senhor de si. Mas agora se deteriora aos poucos, sente pavor, quer viver, luta entre otimismo impossível ou desalento patético. Podemos chorar com ele ou usar a máscara da serenidade. Falar, calar, contestar - às vezes fugir -, cada caso é absolutamente e intimamente especial. O enfrentamento final não é um fato inesperado, muito menos isolado. É apenas o último de uma longa série de fatos concretos e de conquistas interiores: cada um fez o seu caminho - no sentido literal. Passamos pelo suplício da pompa e circunstância de velório e enterro (sobretudo para quem fica exposto ao público), e sobrevém esse estranhíssimo, mais doloroso aspecto da morte: o silêncio do morto. Não há palavra amiga nem gesto que possam ajudar. É preciso esperar a ação do tempo - que não é apenas um devorador de dias e horas, mas um enfermeiro eficiente. " Você escreve obsessivamente sobre a morte por quê?", pergunta o jornalista. Não, eu não escrevo obsessivamente sobre a morte, mas sobre a vida. Da qual ela faz parte. Escrevo sobre o amor e a vida em todas as formas. Assim também necessariamente falo na morte. Fazendo aqui um pouco de literatura, posso dizer que a morte é que escreve sobre nós - desde que nascemos ela vai elaborando conosco o nosso roteiro. Ela é a grande personagem, o olho que nos contempla sem dormir a voz que nos convoca e não queremos ouvir, mas pode nos revelar muitos segredos. O mairo deles há de ser: a morte torna a vida tão importante! Porque vamos morrer precisamos dizer hoje que amamos, fazer hoje o que desejamos tanto, abraçar hoje o filho ou o amigo. Temos de ser decentes hoje, generosos hoje ... devíamos tentar ser felizes hoje. A morte não nos persegue: apenas espera, pois nós é que corremos para o colo dela. O modo como vamos chegar lá é coisa que podemos decidir em todos os anos de nosso tempo. O melhor de tudo é que ela nos lembra da nossa transcendência. Somos mais que corpo e ansiedade: somos mistério, o que nos torna maiores do que pensamos ser - maiores do que os nossos medos. Quando se aproxima dessa zona do inaudito, o amor tem de se curvar: com dor, com terror, submete-se a essa prova maior. Começa a ser ternura; aproxima-se de alguma coisa chamada permanência. Se acreditamos que viver é só comer, trabalhar, transar, comprar e pagar contas, a morte da pessoa amada será desespero sem remissão. Não nos conformamos, não acreditamos em mais nada. Mas se tivermos alguma visão positiva do todo do qual faz parte a indesejada, insondável mas inevitável transformação na morte, depois de algum tempo o amado acomoda-se de outro jeito em nós: continua parte da nossa realidade. Está transfigurado, porém ainda existe. "Com o passar dos anos dói menos", disse-me um amigo que há trinta anos perdera uma filha ainda criança. Conheço um pouco a Senhora Morte. Duas vezes a Bela Dona me pegou duro, me cuspiu na cara, me jogou no chão. Foi-se a cada vez um pedaço importante de mim. Mas como em certos animais, as partes perdidas se refizeram, diferentes - não me sinto mutilada, embora a cada dia sinta em mim aqueles espaços vazios que não voltarão a ser ocupados. Aprendi que a melhor homenagem que posso fazer a quem se foi é viver como ele gostaria que eu vivesse: bem, integralmente, saudavelmente, com alegrias e projetos até impossíveis.
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Não sejamos demasiadamente fúteis nem medrosos, porque a vida tem tem de ser sorvida não como uma taça que se esvazia, mas que se renova a cada gole bebido.Refletir é transgredir a ordem do superficial. Somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases do processo. Estamos nele como as árvores da floresta: uma é atingida em plena maturidade e potência, e tomba. Outra nem chega a crescer, e fenece; outra, velhíssima, retorcida e torturada, quase pede enfim para descansar... mas ainda pode ter dignidade e beleza na sua condição. Nestas páginas falei da passagem do tempo que aparentemente tudo leva e tudo devolve como as marés, mas que só nos afoga na medida em que permitirmos. Falei do tempo que faz nascer e brotar, porém é visto como ameaça e sofrimento - o tempo que precisa ser domesticado para não nos aniquilar. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem. Viver como talvez morrer é recriar-se a cada momento. Arte e artifício, exercício e invenção no espelho posto à nossa frente ao nascermos. Algumas visões são miragens: ilhas de algas flutuantes que nos farão afundar. Outras pendem em galhos altos demais para a nossa tímida esperança. Outras ainda rebrilham, mas a gente não percebe - ou não acredita. A vida não está aí apenas para ser suportada ou vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Não é preciso realizar nada de espetacular. Mas que o mínimo seja o máximo que a gente conseguiu fazer consigo mesmo.

Lya Luft em Perdas e Ganhos



:: Por Design By Neyla | 12:28 PM |

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Sexta-feira, Janeiro 13, 2006

Luto/sofrimento

O luto é uma tristeza ou sentimento de pena profundos em decorrência de uma perda. A perda pode ser algo grande e pequeno. Pode ser de algo positivo ou negativo.

Causas

Exemplos de fatos que causam sofrimento incluem mudanças em:

Emprego (novo, perda, promoção ou rebaixamento, aposentadoria)
Relacionamentos (separação, divórcio, quando um filho sai de casa)
Saúde (doença, ferimento, acidente)
Fatos da vida (morte de amigo ou membro da família, perda de propriedade, mudança de casa ou de cidade)
O luto é um processo de sofrimento geralmente relacionado à morte de uma pessoa amada. Existem vários fatores que influenciam o modo como reagimos a perdas como a morte. Esses fatores incluem:

Idade
Saúde
O quão repentina foi a perda
Cultura
Crenças religiosas
Segurança financeira
Vida social
Antecedente de outras perdas ou eventos traumáticos
Cada um dos fatores acima pode aumentar ou diminuir a dor do luto. Tentar negar o sofrimento ou evitá-lo parece apenas criar mais problemas graves no futuro. Para atravessar o processo de luto de maneira saudável, é melhor entender o que é conviver com a perda.

Fases do luto:

Antes de uma pessoa em luto se sentir plena ou cicratizada, ela geralmente passa por 4 fases:

1. Choque. A pessoa se sente atordoada ou adormecida

2. Negação ou procura. A pessoa:

Fica em estado de incredulidade
Faz perguntas do tipo "porque isto aconteceu?" ou "porque eu não evitei isto?"
Procura maneiras de manter a pessoa amada ou a perda consigo
Pensa ver ou ouvir a pessoa perdida
Apenas começa a sentir a realidade do ocorrido
3. Sofrimento e desorganização. A pessoa:

Tem sentimentos como culpa, depressão, ansiedade, solidão, medo, hostilidade.
Pode culpar qualquer um ou qualquer coisa pelo ocorrido, incluindo a si mesma
Pode apresentar sintomas físico como dor de cabeça, dor de estômago, cansaço constante e falta de ar
Afasta-se dos contatos sociais e da sua rotina
4. Recuperação e aceitação. A pessoa:

Começa a olhar para o futuro em vez de se concentrar no passado.
Ajusta-se à realidade da perda
Desenvolve novos relacionamentos
Desenvolve uma atitude positiva


Dicas de autocuidado

Faça refeições regulares.
Exercite-se regularmente, como caminhar.
Permita que os amigos e a família o ajudem. Conte a eles como realmente se sente. Não guarde os seus sentimentos. Visite os amigos e a família, principalmente no período das festas. Viajar durante as festas também pode ajudar. Relembrar também é essencial. Lembrar-se do passado pode ser essencial no processo de compreensão da perda.
Tente não fazer grandes alterações sem sua vida (como se mudar) no primeiro ano de luto.
Entre em um grupo de apoio para pessoas de luto se alguém muito próximo a você tiver morrido.

:: Por Design By Neyla | 10:43 AM |

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Terça-feira, Janeiro 03, 2006

Se você perdeu alguem...

Se você conhece alguém que está sofrendo por uma perda...


Quando estamos perto de uma pessoa querida que sofreu uma perda, às vezes ficamos com medo de provocar mais dor e sofrimento, ficamos cheios de dúvidas e sem saber que caminho escolher.

Sua presença é importante. Estar junto de uma pessoa enlutada, sem cobranças e sem expectativas pode ser muito valioso.

Se você quer ajudar, forneça uma lista escrita das coisas que pode fazer e os horários disponíveis; lembre-se que há coisa simples que são difíceis de realizar quando se está muito abalado, como transporte, compras, cozinhar, limpeza e outras atividades rotineiras. Lembre-se de cuidar de coisas práticas que ficam esquecidas.
Se você é próximo o suficiente, ofereça-se para ficar com as crianças, conversar e brincar com elas. Ter um adulto conhecido e calmo junto delas já é uma grande contribuição e pode ser um descanso para os pais enlutados.

Não evite falar do(a) falecido(a) e não tente evitar que as pessoas enlutadas falem dele(a). Seja um bom ouvinte, sem forçar a conversa; apenas deixe que saibam que você vai ouvir. Em caso de dúvida, pergunte.
Tolere as variações de humor e até algumas crises de raiva; não são contra você. O luto também significa sentir raiva pela perda sofrida.

Lembre-se que certas datas são marcantes e especialmente sofridas: aniversário de nascimento, de morte, de casamento, feriados e dias festivos. Mantenha o contato nessas datas: um telefonema para dizer que você também se lembrou pode ser acolhedor.

Luto é um processo que leva mais tempo do que em geral supomos; você pode observar períodos melhores e piores, mudanças nas pessoas enlutadas, uma aparente regressão ¿quando tudo ia tão bem¿. Não espere um processo contínuo e linear, as oscilações vão ocorrer.
O luto é uma reconstrução; a pessoa enlutada não vai ¿voltar a ser o que era¿. Ela estará construindo uma nova identidade, novas crenças, novos sonhos. O luto é o caminho para uma nova etapa de vida.

Fonte: http://www.funerariaonline.com.br/dicaseproc/dicas2.asp?id=863

:: Por Design By Neyla | 4:01 PM |

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Quinta-feira, Dezembro 22, 2005


Aos bebês que dormem embalados pelo doce som da voz de Deus...

"... O lugar aonde estão, pertence somente aos que não conheceram o pecado e as vergonhas deste mundo, é um lugar onde não há dor, nem choro, só existe a alegria e o contentamento. Repousam sobre os braços daquele que os criou, pois a Ele é que pertencem, jamais foram nossos de verdade, pois os filhos são herança de DEUS... "

"Herança do Senhor são os filhos,
o fruto do ventre é o seu galardão."
Livro de Salmos, capítulo 127, versículo 03


"...Brincam , sorriem e como em um Coral de Anjos eles cantam louvores a Deus. Já não são mais humanos, são anjos de Deus. Hoje eles habitam nas alturas dos céus, vivem na presença do Rei dos Céus. Foram escolhidos de Deus, o Senhor os amou de tal maneira, que os guardou para si , para que jamais conhecem os infortúnios e sofrimentos desta geração. Assim aquele que habita nos esconderijo do Altíssimo os requereu de nós, para que fossem eternamente conservados na pureza de alma, e na inocência de coração... "


:: Por Design By Neyla | 8:00 PM |

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Sexta-feira, Dezembro 16, 2005

18 dicas para a elaboração do luto

1. Alimente-se bem e durma bastante.
2. Crie momentos de férias para o luto no sentido de recuperar energias.
3. Quebre a rotina com períodos de descanso.
4. Exprima suas emoções através de filmes, leituras de livros, conversas.
5. Procure momentos de solitude para refletir sobre o luto.
6. Procure alguém que o saiba escutar.
7. Diga para você que essa fase vai passar.
8. Evite tomar grandes decisões.
9. Fuja das pessoas que esgotam suas energias.
10. Prefira massagens a tranqüilizantes.
11. Rodeie-se de seres vivos (plantas, animais).
12. Aprenda a calar a voz interna culpabilizante.
13. Aprenda a entoar frases de amor: a minha mãe gosta de mim, o meu marido me ama, o meu cão me adora.
14. Aprenda que nunca esquecerá o ser amado que partiu, ainda que pouco a pouco vá conseguindo deixar de pensar constantemente nele.
15. Anime-se com pequenos progressos.
16. Não se inquiete com retornos repentinos de tristeza. É um recuo temporário.
17. Não tenha pressa de se curar. Evite o falso bem estar.
18. Reencontre suas fontes espirituais.

Fonte: http://www.grupocasulo.org/

:: Por Design By Neyla | 10:25 PM |

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Grupo de apoio e suporte a mães que perderam seus filhos.
Fundado em: Mai, 2002

Para ingressar ao grupo particular preencha o formulário a seguir contando um pouco da sua estória ou a ficha de cadastro completa anexada ao blog.
Lembramos que o grupo é totalmente restrito a mães que passaram por esta triste experiência e é totalmente confidencial.
O grupo não tem fins lucrativos.


Clique aqui para enviar cadastro completo e participar do grupo restrito a mães que perderam bebes.




** Links de apoio**


- Hygeia (suporte a mães que perderam bebes)
-
Nascer Antes
(Mães de prematuros) - Cecif (Apoio a convivência familiar)
-
Guia do Bebe
(Fórum, gravidez interrompida)
- Planos de Deus (Adoção)
- Casulo (Associação Brasileira de apoio ao luto)
-Dor de Mãe



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